Mostrando postagens com marcador Sobre mim.... Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sobre mim.... Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Semana o quê? Santa? Santo feriado!!!


Antes de ler este post vamos dar uma bisuiada neste aqui.

Incrível como em um ano as coisas mudaram em minha vida tão bruscamente... e pra melhor!!!
Essa foi a semana mais santa de toda a minha vida! Com direito a Ovo de Chocolate e tudo mais... Muito vinho e muito amor... Estou feliz! Como em um sonho bom... E as coisas parecem estar se encaixando de um jeito, parece que minha vida inteira esperei por isso... Por me sentir feliz podendo ser quem eu quero ser! Com alguém do lado que é mais que um namorado, é companheiro, amigo, cúmplice... E amante nas horas vagas... (E olha que sempre temos horas vagas...)

É isso, um post para compartilhar minha alegria!
E está apenas começando...

;)

M.

quarta-feira, 16 de março de 2011

DO CHÃO AO CÉU


Hoje acordei caindo.
Mas uma queda às avessas.
Caindo para o céu.
Do chão.
Quase tocando o infinito.
Quase.
Caio.

"Porque ver é permitido, mas sentir já é perigoso" (Caio F. Abreu)

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Caminhar...

Caminhar, caminhar, caminhar...
O caminho de cada um é único.
Muitos podem passar juntos, alguns mudam de rota, alguns desistem da caminhada...
Mas o que se aprende é que o caminho de cada um não pode ser trilhado por outro, e nem o caminho de outro pode ser o seu caminho.

Bom aprender isso quando se está com os pés no chão, sentindo a areia, a água do mar e o calor do sol que vai se indo com o ventinho da noite quem vem chegando com a lua...

A semana promete!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Amo...



Eu amo a vida simples que ele me oferece
Amo quando andamos nas ruas e as suas mãos procuram pelas minhas
Amo o calor da sua pele
O peso de seu corpo, o jeito que ele me olha
O som de sua voz chamando meu nome

Eu amo quando ele me transforma em versos
Amo quando não mede distância
Quando trás água para matar minha sede
Quando se embala comigo na rede

Eu amo o jeito que ele anda
Amo quanto toca um samba
E quando ele diz que me ama...

Amo!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Uns dias...



Quando a vida da gente vai se indo, e os dias vão se passando,parece que é quando a gente percebe que não podemos ficar assim tão distante de nós mesmos...
Por vezes a vida nos leva a caminhos tão diferentes do que queremos, e quando decidimos voltar nos nossos passos para ver se encontramos ainda algum resquício do que somos, nos perdemos na estrada...
Mas tive sorte, tenho muita sorte, apesar de ter ido tão longe e achar que nunca mais eu poderia ser eu, ou estar em mim, hoje estou e sou o eu que me satisfaz.
Rodeada de gente, com o riso (Souto) dentro de mim...
Ter coragem para sorrir não é tão fácil quanto parece, mas eu tenho...
Coragem para sorrir, para ir e vir, para partir...
Coragem para sonhar, para me apaixonar, amar e me entregar...
Sempre.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Caio

Quando faltam as palavras, caio.
A sensação da queda sempre volta, sempre caio.
Durante a queda me lanço, braços abertos...

Se minhas palavras não chegam, Caio:

"Somos inocentes em pensar, que sentimentos são coisas passíveis de serem controladas. Eles simplesmente vêm e vão, não batem na porta, não pedem licença. Invadem, machucam, alegram (...) " (Caio F. Abreu)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Eu não sei se foi você que meu deu essa poesia,
e esse riso, mas deve ter sido...
Que mesmo que tenha ido, eu vivo...
E o riso, o teu, que me deu, ri em mim a cada lembrança...
Do teu passo, abraço, cada pedaço...
do riso que você me deu...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Lama de morangos e chocolate


Quando foi que minha carne deixou de sentir a violência de um querer...
Um querer tão doce e ácido.
Constante.
Um querer que abraça a carne e tem sabor de morangos com chocolate.
E água.
Quando foi que a melodia começou a tocar em mim?
Eu nem vi quando a música acabou...
Mas eu estava caindo.
Quando foi que eu perdi o chão e a minha queda não teve fim?
Numa lama de morangos e chocolate,
Caindo...
E que me puxaram pela mão
E me colocaram no colo do céu.
Onde eu dancei e voei
E amei e queimei...

16 de agosto de 2010.

Fui acampar no fim de semana. E as palavras fizeram estes versos...

M.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Tempo pra que?

Ultimamente, já faz algum tempo, eu venho reclamando o tempo todo por não ter tempo para nada.
Ora, como não? Eu trabalho em dois lugares diferentes (coordeno uma escola da rede pública com mais de 400 crianças e oriento TCC de mais de 10 alunas do curso de pedagogia), cuido da minha filha, tenho amigos, tomo açaí regularmente, leio, ouço música, danço, escrevo em blog, cancelo orkut, faço twitter, olho meus e-mails todos os dias (três contas diferentes), assisto meus seriados preferidos (Barrados no baile e Friends), dirijo, pago minhas contas ( e quando a digníssima prefeita resolve suspender o meu salário porque eu não respondi o censo 2010, ainda tenho tempo de arrumar grana emprestada!) e cozinho de vez em quando (adoro minha comida), além disso durmo.
Tenho tempo sim... Mas eu queria mais. Preciso de tempo para organizar meu projeto de doutorado, e quero também viajar pra minha cidade natal (que não é Natal!!! Aliás, estou até começando a suportar melhor essa cidade). Queria mais tempo pra brincar com meus cachorros (5), e minha cadela deu mais cria de 7, (alguém quer??), queria mais tempo de brincar com meu cabrito e minha cabrita (adoro o cheirinho de fazenda deles)... Mas 24 horas é pouco, por que eu adoro dormir!!! E comer chocolate, e tomar vinho e ler poesia e ver meus amigos mais vezes, são tantos que eu não vejo a tanto tempo...
Saudade do tempo que eu tinha tempo, muito mesmo e não sabia o que fazer com ele e ficava o dia todo vendo o tempo passar, chupando o dedo deitada numa rede ouvindo Paralamas do Sucesso e fingindo melancolia, porque era legal eu ter 16 anos e ter uma melancolia vezenquando, porque era uma adolescente e se eu não tivesse um motivo sequer para sofrer, não faria sentido ter 16 anos!!!
Enfim, falta tempo sim, porque eu sempre quero mais!!!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Beijar na boca?

Bom demais!
Não sei se é o sabor, gosto de língua, gosto de boca, gosto de espelho...
ou se é o movimento, abrir, fechar, afastar, encostar...
Uma sensação de misturar-se, de sentir o dentro-fora de si e do outro, as mãos soltas...
A respiração que se junta, o não-saber quando acaba. O não-querer quando acaba.
Querer mais!
Adoro beijar na boca, com paixão... Com todas aquelas coisas da paixão. O fogo, o frio, o medo e a coragem... Tudo!

Não tem manual, é só começar... O risco que se corre e de não querer mais parar!

Eu lembro de minha angústia, quando, do alto de meus 12 para 13 anos ainda não tinha beijado e não "sabia" beijar (é que eu achava que tinha um jeito certo de beijar, sabe?)
E do alto de minha angústia, fiz uma chantagem com uma pessoa (que eu não sou autorizada a revelar), e disse que se ela me ensinasse a beijar eu lavava a louça de casa por uma semana e de quebra ainda dava de presente um Bubaloo!!! Aceitou na hora! Primeiro veio a aula prática, lembro exatamente das palavras de mestre:
"Você abre a boca e encosta na dele, se ele enfiar a língua na sua boca você chupa, se não, você enfia a língua na boca dele!"
Parecia fácil e um pouco nojento. Eu tinha que encontrar o menino no dia seguinte, ele me pediu em namoro e eu ia dar a resposta, queria dizer SIM, mas sabia que essa resposta deveria vir seguida de um beijo, e eis então minha aflição!
Depois da aula teórica implorei por uma aula prática. Foi tão rápido que nem deu pra saber se alguém enfiou língua na boca de quem ou se chupou língua de ninguém!
No dia seguinte, a resposta. Era aula de Educação Física e ele já tinha combinado comigo às 16h. Ele chegou e eu estava comendo biscoito, pensei: “Não vou beijar ninguém com a boca cheia de biscoito”. Ele foi direto ao ponto: “E aí? Pensou na resposta?” Eu já sabia a resposta, mas disse que estava em dúvida. Então ele simplesmente meteu o beijo na minha boca, com biscoito e tudo. E o pior, ele colocava e tirava a língua tão rápido que nem dava tempo de eu chupar a língua dele ou tampouco enfiar a minha na boca dele. Foi uma decepção total.
Uma sensação estranha de estar beijando um sapo. Que não virou príncipe. Dois dias depois “acabei” o “namoro” até então instituído graças ao beijo!
Depois desse outros se seguiram, teve um no portão, eu do lado de dentro e ele do lado de fora. Esse foi o primeiro “oficial”. Com o primeiro namorado “oficial”. Bom demais...
16 anos de experiência beijoqueira... O mais importante é: estar apaixonada...
P.s. Valeu Wendoca, não sei o que teria sido de mim sem você (ops!)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Caindo...

"Uma viagem bem longa, para bem longe daqui, talvez resolvesse, se é que há mesmo algo para ser resolvido. Mas talvez a solução esteja na paisagem interna, não na externa. Talvez eu possa modificar aquela sem modificar esta. O que eu queria era modificar as duas, de uma só vez. Queria ter o que ver, quando olhasse dentro ou fora de mim".

Caio Fernando Abreu – Limite Branco


Lendo Caio, sempre caio... Já estou terminando este livro. Muito bom, com a toda a urgência da juventude, um romance escrito aos dezenove anos sobre o adolescer... Florecer... Ah... Caio, caio...

M.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

No palco



Como pode ser isso de eu ser atriz coadjuvante numa peça de teatro que nada mais é que a encenação de minha própria vida?
Melhor atriz! Mas, coadjuvante, sempre...
Uma sucessão de quase invade o palco.
E a luz sempre apaga um segundo antes do fim da cena.
Nem sempre aplausos.
Se ao menos alguma coisa acontecesse... Como pode ser possível? Um teatro sem ação?
Fim de cena.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Como se...



É como estar sozinha
não estando
É como estar calada
cantando
É como estar sorrindo
chorando...

M.

Estava com saudades de Caio, Hoje assiti uma boa peça de tetaro baseado em um de seus contos. "Além do ponto". Sempre caio...

terça-feira, 1 de junho de 2010

Antes e depois...

Uma voz suspensa
sono
respiração de véspera
pés que se tocam
os meus
os seus?
sonho

Sabe quando cai um pedaço de realidade
da parede do céu do seu sonho?



M.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Sobre pedras e castelos...

Em um trabalho de uma de minhas alunas da faculdade tinha um texto atribuído a Fernando Pessoa. Eu, como leitora que sou do poeta, logo desconfiei, nunca tinha lido isso em nehuma de suas obras (nem de seus heterônimos), mas de todo o texto, o que mais me chamou a atenção foi a bendita frase:
"Pedras no caminho? Eu guardo todas. Um dia vou construir um castelo."


Achei tão imagética, poética, uma coisa mais Florbela Espanca que Pessoa... Daí eu pensei: "Vou postar essas palavras no meu blog, mas antes deixe eu ver se acho o autor mesmo...".

Daí achei um sujeito virtual que, ao que me parece, foi o autor dessas palavras, como ele mesmo disse, entre Pessoa e Drummond...

Como a rede virtual é uma eterna captura, essas pedras e castelos agora são meus...

Uma outra frase, de um sujeito não tão anônimo, também me revela um pouco por hoje...

"Tô me guardando pra quando o carnaval chegar..." (Buarque)

P.s. O autor anônimo tem um blog (dentre outros espaços virtuais), seu pseudônimo é Nemo Nox. Pra quem quiser saber mais...


Por um punhado de pixels...

terça-feira, 11 de maio de 2010

Quando as palavras faltam... (Sobre os saberes)

Que saudade das conversas superficiais e verdadeiras dos corredores da faculdade no intervalo
entre uma (J)aula e outra...
No fim, o que fica de melhor é o que escapa às cavernas de burocratizar o saber. Aquele produzido no gozo, aquele que não se encerra nas atas de reuniões com meia dúzia de burocratas, que se chamam educaDORES.
O que fizeram com os afetos?
Por que toda essa distância se são os corpos que ocupam (ainda) os espaços?
Ah! Sim! Que queimem todas as atas e ofícios e memorandos...
Que o fogo contamine os correDORES e que deles escapem apenas aquelas boas, superficiais e verdadeiras conversas, no fim é disso que senti (re) mos falta...

M.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Se(n/m) sa (n) ções


Parece que hoje foi ontem...

Tantas coisas aconteceram...

Não sei se foi a chuva...

Não sei se foi o calor da estiagem...

Tantas coisas esperando a palavra certa...

Mas as erradas não faltam...

Pairando, esperando, caindo, voando...

São tantas músicas que tocam desde meus 15 anos...

Hoje uma tocou muito... em mim...

Veio com a chuva, logo cedo...
E se foi agora, com as palavras roubadas (as erradas?)

Desde aquele dia
Nada me sacia
Minha vida tá vazia
Desde aquele dia
Parece que foi ontem
Parece que chovia

Desde aquele dia
Minhas noites são iguais
Se eu não vou à luta
Eu não tenho paz
Se eu não faço guerra
Eu não tenho mais paz
Não aguento mais
Um dia mais, um dia a menos
São fatais
Pra quem tem sonhos pequenos
Sonhos tão pequenos
Que nunca têm fim

(Humberto Gessinger)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Fênix



Dos dias encantados
trago comigo
as mais doces lembranças
Do fogo que não apaga
Da Fênix que fui e sou
Não é saudade o que sinto
é um certo contentamento
Da satisfação de ser eu
Das vezes que dancei, e sorri,
e vivi, e voei...
Dos sonhos que me confundiam
a realidade
Do meu corpo que se desfaz
de tempos em tempo(s).

"Bota fogo no passado
no peito de quem tá vivo.."

Se é encantado o fogo não apaga
nunca!

M.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Faísca...



Entre tua voz e teu silêncio, uma fenda.
Converso com tua sombra e rio do teu riso – chove dentro de mim... Mas uma chuva mansinha de fim de tarde...
O peso de meu sono se transfigura pela lucidez do sonho.
Flutuo...
Caio!
Balanço de rede.
Nada estou.
(Faísca de fogo)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

2010: Ano da Terra!

Era uma lagoa. Azul. Enorme.
Eu. Ele. Minha filha. Irmã e cunhado. Meus cachorros.
A lua (cheia). Perfeita. Cruzou o céu sobre nossas cabeças.
Branco, com fitas (amarela e vermelha).
Fogueira (duas). Vinho.
O primeiro dia do ano foi um sol resplandecente!

Para 2010 poucos planos.
Terminar o mestrado.
Organizar o projeto de doutorado.
Talvez ir embora dessa cidade...
Ano da Terra.
Pés no chão (cabeça no infinito...)
Chão de estrelas???

M.