
Uma anônima de carne (que deseja, que dança, que canta, que pulsa...)
Um corpo que sabe voar, que acredita no invisível, que diz o indizível e que busca viver o impossível.
Pinto coisas que nunca vi, uso as cores para desenhar poesias...
Acredito que a verdade é relativa... Acredito que as coisas que acredito agora posso não mais acreditar depois.
Rizoma – Mangue
Flutuante, sempre. Movente...
Aquele cheiro som imagem do teu corpo incendeia
E um rio carregado de saudade vem correr na minha veia
Na veia amor, na veia.
É como a luz da lua que atravessa a parede da cadeia
Clareia mais forte que o sol.
(Lira)
e dá-lhe inspiração
ResponderExcluirpiração
trans-fi-gu-ra-ção!